26 de setembro de 2026
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Tempestade avança com ventos de 100 km/h e chuva intensa até sexta-feira

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ampliou o alerta de perigo para tempestades em todo o Mato Grosso do Sul até sexta-feira (27). A última semana de fevereiro de 2026 será marcada por chuva volumosa em grande parte do país, devido à atuação simultânea de diversos sistemas meteorológicos.

Em Mato Grosso do Sul, a previsão indica chuvas intensas e rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h em diversas regiões do estado.

O aviso meteorológico começou às 9h20 desta terça-feira (24) e segue até 23h59 do dia 27 de fevereiro. A estimativa é de precipitação entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, além de ventos intensos, variando entre 60 e 100 km/h. Há risco de queda de energia elétrica, galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O alerta é válido para os 79 municípios sul-mato-grossenses.

Inmet com alerta de risco de tempestade em todo o MS
Inmet com alerta de risco de tempestade em todo o MS (Foto: Reprodução)

Fenômenos meteorológicos

Segundo a Climatempo, entre os fenômenos que influenciam o país na última semana de fevereiro estão a combinação de ar quente e úmido, frentes frias, áreas de baixa pressão atmosférica, ventos marítimos, o Jato de Baixos Níveis (JBN), a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN) e a Alta da Bolívia.

O ar quente e úmido funciona como combustível para a formação de nuvens carregadas, favorecendo pancadas de chuva forte, com raios, rajadas de vento e possibilidade de granizo em várias regiões do Brasil.

Outro fator relevante é a intensificação do Jato de Baixos Níveis sobre o Centro-Oeste e o Sudeste. O JBN é uma corrente de ar quente e úmido que atua a cerca de 1.500 metros de altitude e contribui para manter a atmosfera instável, estimulando a formação de nuvens de chuva.

Já a Alta da Bolívia é um sistema de alta pressão atmosférica localizado em aproximadamente 10 quilômetros de altitude, com centro próximo ao território boliviano. A circulação de ventos associada a esse sistema favorece a formação de áreas de instabilidade, especialmente em partes das regiões Norte e Centro-Oeste do país.

Fonte: Portal Primeira Página

Foto: Ana Karla Flores

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